O Produto

O LimpMask foi desenvolvido a partir de uma junção de matérias-primas com a nanotecnologia de Polihexametileno Biguanida ( PHMB ) , um ativo de amplo espectro de atividade contra diversos microorganismos e vírus envelopados ( Coronavirus ).

O mecanismo de ação do nosso ativo, a estrutura e função da membrana deve ser considerada. A membrana da célula funciona como peneira molecular que protege a membrana citoplasmática de toxinas prejudiciais, limpmask com sua alta tecnologia penetra no tecido e ou TNT , formando uma camada protetora durante o uso da máscara.

Nossos estudos comprovaram que a nanotecnologia de Polihexametileno Biguanida ( PHMB) , penetra nessas camadas de defesa e exerce sua ação antimicrobiana e antiviral.

Nosso ativo, demostrou efetividade contra uma ampla gama de microorganismos, os mesmo encontra-se na tabela abaixo:

Bactérias
Bacillus subitilis 
Staphylococcus albus 
Staphylococcus aureus 
Staphylococcus epidermidis 
Enterococcus faecium 
Streptococcus lactis 
Enterobacter cloacae 
Escherichia coli 
Klebsiella pneumoniae 
Proteus vulgaris 
Pseudomonas aeruginosa 
Pseudomonas putida 
Serratia marcescens 
Fungos
Aspergillus niger 
Trichophyton mentagrophytes 
Vírus envelopados 
SARS-CoV-2

 

O conselho regional de medicina ( CREMESP ) , a sociedade brasileira de infectologia e a organização mundial da saúde ( OMS ) , indicam o uso da substância Polihexametileno Biguanida ( PHMB ) , para higienização e assepsia.

Limpmask apresenta todos os testes comprovatórios em laboratório credenciado pela ANVISA para o uso em humano, sendo eficaz e seguro.

TIME KILL que consiste na Avaliação Reducional da população microbiana.

Referências: DE QUA 1502 – ASTM E2315-16, Standard Guide for Assessment of Antimicrobial Activity Using a Time-Kill Procedure, ASTM International, West Conshohocken, PA, 2016, www.astm.org.

AVALIAÇÃO DERMATOLÓGICA DA IRRITABILIDADE DÉRMICA PRIMÁRIA, ACUMULADA E SENSIBILIZAÇÃO

Referências:
[1] BARAN, R. & MAIBACH, H.I., (ed.). Cosmetic Dermatology, Baltimore, Willians & Wilkins, 1994.
[2] CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Resolução 466/12 do Ministério da Saúde. Diário Oficial, 12/12/2012.
[3] DOOMS – GOOSSENS, A. Cosmetics as causes of allergic contact dermatitis. Cutis. 52: 316-320, 1993.
[4] FISHER, A.A. Contact Dermatitis, 2a edition, Philadelphia, Lea & Febiger, 1995.
[5] KAIDBEY, K.H. & KLIGMAN, A.M. Photomaximization test for identifying photoallergic contact sensitizers. Contact Dermatites. 6: 161-169, 1980.
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[8] PATHAK, M.A. Photobiology of melanin pigmentations. J. Am. Acad. Derm. 9: 724-733, 1983.
[9] SAMPAIO, S.A.P. & RIVITTI, E.A. Dermatologia Básica, 2a edição, São Paulo, Artes Médicas, 2000.
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[13] ZATZ, J.L. Aumento da penetração cutânea. Cosmetics & Toiletries, 7: 52-58, 1995.
[14] AGÊNCIA NACIONAL DE VIGIL NCIA SANITÁRIA. Resolução RDC nº 7, de 10 de fevereiro de 2015. Diário Oficial da União, 11/02/2015

ESTUDO IN VITRO DE ATIVIDADE ANTIVIRAL

Referências: Alberts, B. et al. Biologia molecular da célula. Artmed: 6ª edição. 2017. Buonavoglia C, Decaro N, Martella V, Elia G, Campolo M, Desario C, et al. Canine coronavirus highly pathogenic for dogs. Emerg Infect Dis. 2006;12(3):492–4. Carlucci, et al. Antiherpetic activity and mode of action of natural carregeenans of diverse structural types. Antiviral Research: 1999: 93-102. Carvalho, O. et al. Potencial antiviral da quercetina sobre o parvovirus canino. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec; 2013. ISO 10993.5: 2009 – Biological evaluation for medical devices Test for cytotoxicity: in vitro methods. Su,et al. Modes of antiviral action of chemical portions and constituents from woad root extract against influenza virus A FM1. Evidence-based complementary and alternative medicine. 2016. Whitley RJ, Roizman B. Herpes simplex virus infections. Vol. 357, Lancet. Elsevier Limited; 2001. p. 1513–8.

RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 29, DE 1 DE JUNHO DE 2012
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